Carlos Farinha

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Carlos Farinha, nasceu em Santarém, em 1971.

Formou-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
O seu trabalho abrange desde a pintura, o desenho, a escultura e a performance art.
Desde 1990, tem vindo a exibir regularmente, com inúmeros prémios, incluindo o 1º prémio no “VIDArte”.
Carlos Farinha foi membro fundador do projeto de arte “Epipiderme” e apresenta obra pública com a escultura “Cortiçada” em Proença-a-Nova.
Em 2007 iniciou o projeto “O Mundo à Cabeceira”, centrando o seu trabalho no comportamento social e irónico, com um forte conteúdo figurativo.​

O Mundo a Cabeceira” na Cidadela de Cascais em 2008 e depois em 2009 “Dedo grande do Pé” com curadoria da Revista Umbigo, seguida de “A Grande Alface” na Galeria São Bento em 2011.

Em 2012 Carlos participou no “Festival Interferências” com desenhos que circularam nas carruagens do metro de Lisboa.
Em 2013 “L’extraordinaire Mr. Sousa” na casa de Portugal e na Cidade Universitária de Paris.   Realizou uma exposição em Macau na Galeria Iao Hin, entre 2015 e 2018 entre várias exposições teve “Uma certa Portugalidade” e “Once Upon a Time” na Galeria Arte Periférica no CCB e, em colaboração com a embaixada de Portugal em Pequim e a mesma Galeria, esteve representado na Art Beijin 2018 na China.
Em 2019 realiza a exposição “Sentido Figurado” no Museu do Oriente em Lisboa onde reuniu algumas das suas obras mais emblemáticas.

Carlos Farinha está agora representado em muitas coleções públicas e privadas, incluindo a multinacional Malwarebytes.
Museu de Halabja no Iraque.
Casa da Cultura de Kobane na Síria.
Residência oficial do Cônsul de Portugal em Macau.
Museu do Oriente e as Câmaras Municipais de Castelo Branco, Proença-a-Nova e Loures.